quarta-feira, 2 de junho de 2010

"PROMESSA - FUTURO

Prometo não te ligar
Não escutar aquela música
Não olhar aquela foto
Que eu roubei de você.
Prometo nem mais te amar.

Segunda - feira eu começo."

(Fernanda Mello)

terça-feira, 1 de junho de 2010

Sorte


Ando perdida em meio a multidão, não sei o que se acontece ao meu redor, estou a caminhar com meus pensamentos tão calmos , longe desta confusão e pisando com pés no chão,em busca de algo, de alguém ?
Sei não, sei não.
Só sei que cada emoção sentida, cada detalhe que me envolve e me enche de alegria, são como pedaços que a mim se encaixam e se transformam naquilo que sinto e sou.
Tenho uma paz de alguém que carrega a felicidade na alma, a paz de alguém que encontrou um amor, uma paz me faz se jogar nos braços do vento e que me leva pra lugares onde meus sonhos querem se encontrar.
Gosto de todas as cores do meu mundo,gosto de todos os corações que enfeitam meu mundo, e acho adorável a idéia de que eu fiz de mim,enfim, um mundo bom.
(Pelo menos aqui dentro de mim).
Sortuda sei que sou.
Quero ganhar o mundo com meu melhor sorriso e meu imenso coração.

(POR ALINE ESPNELLI)

terça-feira, 18 de maio de 2010

O Amor Maduro


O amor maduro não é menor em intensidade. Ele é apenas silencioso. Não é menor em extensão. É mais definido, colorido e poetizado. Não carece de demonstrações: presenteia com a verdade do sentimento. Não precisa de presenças exigidas: amplia-se com as ausências significantes.
O amor maduro tem e quer problemas, sim, como tudo. Mas vive dos problemas da felicidade. Problemas da felicidade são formas trabalhosas de construir o bem e o prazer. Problemas da infelicidade não interessam ao amor maduro.
Na felicidade está o encontro de peles, o ficar com o gosto da boca e do cheiro, está a compreensão antecipada, a adivinhação, o presente de valor interior, a emoção vivida em conjunto, os discursos silenciosos da percepção, o prazer de conviver, o equilibrio de carne e de espírito.
O amor maduro é a valorização do melhor do outro e a relação com a parte salva de cada pessoa. Ele vive do que não morreu mesmo tendo ficado para depois. Vive do que fermentou criando dimensões novas para sentimentos antigos, jardins abandonados, cheios de sementes.
Ele não pede... tem. Não reivindica... consegue. Não percebe... recebe. Não exige... dá. Não pergunta... adivinha. Existe para fazer feliz.
O amor maduro cresce na verdade e se esconde a cada auto-ilusão. Basta-se com o todo do pouco. Não precisa e nem quer nada do muito. Está relacionado com a vida e sua incompletude, por isso é pleno em cada ninharia por ele transformada em paraíso.
É feito de compreensão, música e mistério. É a forma sublime de ser adulto e a forma adulta de ser sublime e criança. É o sol de Outono: nítido mas doce..., luminoso, sem ofuscar..., suave mas definido..., discreto mas certo.
Um Sol que aquece até queimar.
*(Artur da Távola)

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Sonho ou Realidade !?!?!?


Essa noite tive um sonho tão real, sonhei com seus beijos, sonhei com teu cheiro, teu toque.
Tdo era tão pertinho hoje me basta lembrar, do sonho de ontem da certeza que tenho que aos poucos vc esta me conquistando.
Aceitar, q de repente a vida pode ter outro sentido mudar seu rumo, outro motivo pra ser feliz outro alguém em quem depositar confiança.
Quem sabe um dia eu acorde e meu sonho seja real enquanto isso não acontece eu fico aqui a sonhar num mundo menos ilusório numa verdade menos mascarada numa saída pra todos os desgostos, em fim quem sabe um dia eu consiga sonha a minha realidade, mas esta noite e eu sonhei com vc.
Pra mim um sonho muito especial, em alguns instantes numa noite, ganhei seus beijos, seus abraços, senti teu cheiro, acariciei tua pele.
Nesse sonho q um dia eu quero ver realidade...

terça-feira, 23 de março de 2010

O Tipo Certa de Garota Errada......


Eu sou o que você pode chama de anjo e não queria ter o prazer de me ver como demônio..., não tenho tempo para ser afundada com elogios, apenas tenho tempo para ser salva com críticas. Meus olhos verdes vêem quase tudo, desde amigos falsos e amores desleais.
Não sou mais uma criança mais daria tudo para ser como uma, também não nasci ontem mais almejo morrer amanhã, a desilusão do mundo me fascina mais do que a própria paz, que minha cabeça farta de hierarquia e emoçoes, já não sabe mais diferenciar com a chamada guerra. Tenho horas do meu dia para sentir a adrenalina correndo em minhas veias, DEUS que o diga, é meu vício saudavel, agora, segundos, para pensar na vida. Sou aquilo que chamam de Menina Mulher, Forte e ao mesmo tempo delicada, para mim sou apenas mais uma a respirar esse ar que o mundo exala. Já fiz coisas que até Deus duvida e faço coisas que até o emociona, com 10 dedos na mão e 10 dedos no pé cheguei onde estou, construi e destrui, FELICIDADE!? Não me pergunte o que é só digo que tristeza é passageira. Não sou ignorante, não sou inteligente, sou apenas mais uma...mas...com um brilho e cor que nunca viram....

...Indecifrável

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Não precisa ser para sempre, mas precisa ser até o fim!



Para sempre’, em minha opinião, é nada mais nada menos que um dia depois do outro. Ou seja, é construção. Em princípio, não existe. Mas basta que façamos a mesma escolha sucessivamente e teremos construído o ‘para sempre’.

O que quero dizer é que o ‘sempre’ não é magia nem tampouco um tempo que pré-exista. Ele é conseqüência. Nada mais que conseqüência de uma sucessão de dias, vividos minuto por minuto.

Quanto ao amor, tem gente que acredita que só é de verdade se durar “até que a morte os separe”. Outras, como o grande Vinícius de Moraes poetizou, apostam no “que seja eterno enquanto dure”.

Eu, neste caso, admiro a coragem de quem vai até o fim, de quem se entrega inteiramente ao que sente, de quem se permite viver aquilo que seu coração pede até que todas as chamas se apaguem. Mais do que isso: até que as brasas esfriem e – depois de todas as tentativas – nada mais possa ser resgatado do fogo que um dia ardeu.

Claro que não estou defendendo a constância indefinida de atitudes desequilibradas, exageros desnecessários ou situações destrutivas. Mas concordo plenamente com o que está escrito no comovente “Quase”, de Sarah Westphal (muitas vezes atribuído a Luiz Fernando Veríssimo):

... “Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance. Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar” ...

Porque de corações partidos por causa de um amor vivido pela metade as ruas estão cheias. Assim como de almas que perambulam feito pontos-de-interrogação, a se questionar o que mais poderiam ter feito para que o outro também estivesse presente, para que não fugisse tão furtivamente, tão covardemente, tão sordidamente.

É por isso que insisto: muito mais do que nos preocuparmos com o ‘para sempre’, precisamos começar a investir no ‘até o fim’, para que o ‘agora’ tenha mais significado, para que as intenções, as palavras, as atitudes e todos os recomeços façam parte de uma história mais sólida, menos prostituída, que realmente valha a pena.

Então, questione-se: o coração ainda acelera quando o outro se aproxima? O peito ainda dói de saudade? O desejo ainda grita, perturbando o silêncio da noite? Não chegou ao fim! Não acabou.

Sei que, em alguns casos, motivos de força maior impedem um amor de ser vivido (e daí a separação pode ser sinal de maturidade), mas na maioria das vezes o que afasta dois corações é muito mais intolerância, ilusões ou auto-defesas tolas do que algo que realmente justifique o lamentável desfecho.

O outro não quer? Desistiu? Acovardou-se? Ok! Por mais incoerente que pareça, é um direito dele. Esteja certo de que você fez o que estava ao seu alcance e depois... bem, depois recolha-se e pondere: “pros amores impossíveis, tempo”.

Tempo em que você terminará descobrindo que a vida tem seu jeito misterioso de fazer o amor acontecer, mas que – no final das contas – feliz mesmo é quem, apesar de tudo, tem coragem de ir até o fim. 4

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

HOMEM


Homem é bom, amar é bom, mas homens não sabem se cuidar, homens não cuidam, homens precisam ser cuidados e poupados, porque quando as mulheres não são eficientes, os homens morrem ou fracassam. Quando os homens morrem - continua a lógica - as mulheres ficam sozinhas, e isso é ruim porque eles saõ indispensáveis.....